A corrente que me apanha
Tem-me invadido a vida,
Que de dentro a congela
E lhe espalha o veneno suicida
Minha vida congelada,
Há feito muito mais que de vez
Em que esteve movimentada…
Pelo menos asneira, isso não fez!
O sangue que me corre sucessivamente
Me tenta a salvar a todo o custo
Do enterro prematuro
E tento e não consigo aquecer
Que em todo este tempo
O arrepio decidiu permanecer
Sem comentários:
Enviar um comentário